quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Voodoo


Vodu, vodum e vudu são termos que se referem aos ramos de uma tradição religiosa teísta-animista baseada nos ancestrais que tem as suas raízes primárias entre os povos Ewe-Fon do Benim, onde é, hoje, a religião nacional, com mais de 7 milhões de adeptos. Além da tradição fon, ou do Daomé, que permaneceu na África, existem tradições relacionadas que lançaram raízes no Novo Mundo durante a época do tráfico transatlântico de escravos (século 16 - século 19) e que persistem até hoje, como o candomblé brasileiro, o vodu haitiano, a santería cubana, o vudu da Luisiana etc. "Vodum" pode designar tanto a religião quanto os espíritos centrais nessa religião.


Como em muitas religiões, o vodu também possui um templo. Mas o que caracteriza o santuário é uma coluna chamada poteau-mitan. Localizada no centro do templo, essa coluna é considerada sagrada pelos seguidores e é em sua volta que as cerimônias de comunicação com as divindades são realizadas. Ao redor da poteau encontram-se desenhos decorativos chamados vevers. São representações heliográficas de diversas entidades adoradas no vodu. Aliás, entidades é que não faltam no vodu, que possui um grande panteão.

Os nomes das divindades se alteram, dependendo da região onde o ritual é praticado, mas a maioria dos adeptos dessa prática considera que o panteão veio do Oeste africano. As entidades desses panteões, por muitas vezes, são consideradas pelos adeptos como espíritos de pessoas que já morreram, homens que tiveram importância dentro da comunidade religiosa, príncipes ou sacerdotes. Esses espíritos levam o nome de loas, e podem ser classificados em entidades de dois grupos:

Rada: entidades transmitidas por Daomé.
Petros: entidades que, ao longo do tempo, infiltraram-se na prática religiosa vodu.

Segundo o vudu, as manifestações dos grupos petros e rada têm personalidades e sensibilidades
definidas e procuram sempre seguir uma família específica de adeptos. Outras divindades são públicas, manifestando-se em qualquer pessoa.

Hungans e mambos

A maioria das religiões possui líderes que conduzem seus cultos e rituais. No vudu isso também existe, eles são conhecidos por hungans. A mulher também tem a sua participação, porém, a terminologia a ela conferida é mambo.

Existem algumas informações que apontam o voduísmo como uma religião matriarcal, na qual a mambo é conhecida também como rainha, porém, é o hungan que preside o hunfort, o santuário religioso.

O sacerdote vodu possui várias posições: atua como curandeiro, adivinho e exorcista. Nas comunidades em que se observa a falta do sacerdote a mulher toma a frente, sendo considerada a maior autoridade religiosa

Cerimoniais vudu

Geralmente, as cerimônias são realizadas no período noturno. Fazem parte do ritual: bebidas de rum, frutas e jarros de barros sangue,cadáver,crânios. As bebidas e comidas são erguidas e oferecidas aos loas, para invocá-los e entidades vudu. No intuito de alegrar essas entidades, os voduístas lhes oferecem também sacrifícios de aves, porcos, galinhas, bodes e afins. Após as oferendas com danças, os loas possuem os corpos de seus súditos. É interessante que nas possessões os indivíduos não possuem consciência daquilo que fazem e, conseqüentemente, não se lembram de nada após o término do ritual.

No vodu, mais ou menos como ocorre na Umbanda, as danças em volta da ponteau-mitan são de suma importância, pois servem para se obter a espiritualidade: as pessoas que envolvem com a dança são mais rapidamente possuídas. Para cada divindade existe um tipo de música, instrumento e ritmos
específicos, segundo o gosto de cada loa, que exige que tudo seja purificado e consagrado para o
ritual. Na umbanda, os atabaques também são consagrados para fazer que os orixás de Aruanda e
Orum se manifestem.

As serpentes também fazem parte de muitas cerimoniais no vudu. No ritual chamado mambo, o réptil é retirado de um cesto e posto bem próximo do rosto do hungan que, ao tocar no animal, recebe, supostamente, visão especial e poderes sobrenaturais.

Segundo o vudu, os primeiros homens criados eram cegos e foi justamente as serpente que conferiu
visão à espécie humana.

Mistérios do vudu

Boneco vudu

Sem dúvida, o boneco vudu é o primeiro elemento que vem à mente dos leigos quando se fala em voduísmo.

Tal objeto é empregado para invocar os poderes dos deuses do vudu e recebe o nome de fetiche, que
significa feitiço. O fetiche é confeccionado por quem irá realizar o trabalho de magia e, enquanto é feito, a pessoa tem de mentalizar os objetivos que quer alcançar com o ritual e “transmitir” sua energia ao boneco.

O fetiche deve ser feito com a semelhança anatômica de uma pessoa: cabeça, tronco e membros. Partes indispensáveis para a “eficácia” da magia são os órgãos genitais masculinos ou femininos. O
boneco precisa ser batizado com o nome da pessoa que irá representar e, geralmente, é feito de
massa de modelar, nunca de pano ou outro material.

Tais bonecos são feitos para realizar o bem, para se alcançar prosperidade e curas. O que pessoa precisa fazer é perfurá-los com espetos ou alfinetes (uma espécie de "acupuntura espiritual" ou "energização" a distância). Mas na prática as intenções nem sempre são essas.

Vudu Bruxaria vem do continente Africano e é extremamente letal. Nos últimos anos, ele se espalhou para outras partes do mundo e está sendo misturado com outras formas de magia negra para prejudicar e matar pessoas. Este procedimento se torna altamente efetivo para capturar almas de uma pessoa e a obrigar a nos dar tudo que queremos, seja amor, dinheiro, sexo, fidelidade.

As roupas, cabelos, unhas e imagens são usados para fazer um boneco que lembra a vítima, a área do coração da boneca é mantida aberta para o ritual final. No ritual um coração é retirado de animais vivos, enquanto ele está pulsando é colocado na área do coração da boneca. Neste momento a boneca é infundida com a vida, ligando-a à vítima.

Um homem com duas almas

Os haitianos praticantes do vodu acreditam que o homem possui duas almas:

Gros bon ange, cuja tradução é “grande anjo bom”. Essa alma, segundo acreditam os haitianos, tem a
capacidade de sair do corpo enquanto a pessoa dorme. E, se não retornar, a pessoa morre.

Petit bon ange: traduzido quer dizer “pequeno anjo bom”. Essa alma, segundo creem, protege e guia o adepto. Quando a pessoa morre, ela permanece por alguns dias guardando o corpo. Somente após um período de nove dias, contando a partir do sepultamento, é realizado um ritual para afastá-la.

Como a reencarnação faz parte da crença vodu, seus praticantes acreditam que a petit bon ange se
transforma em algum objeto ou animal, geralmente uma grande serpente. Após a transformação, se aos rituais de sacrifícios e cerimônias, sob a responsabilidade dos parentes, forem negligenciados, a vingança da petit bon ange se volta contra eles.

Ritual Voodoo no Haiti


Fonte

12 comentários:

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  9. Agradecimentos (Agradecidíssimo, Agradecido), Gratidões (Grato), demais por tempo demais! Sempre! Pra Todos os Poderosos (Fortes): Vodus (Voodoos, Vudus, Voduns)! Sempre! Idem do mesmo modo, pra Todas as Grandiosas (Potentes): Quimbandas (Kimbandas), as Suas 7 Linhas (e de cada Linha, os Seus 9 Povos)! Sempre! Laroiê (Saravá)! Sempre! Malê! Sempre! Por tudo de bom, a mim! Sempre! E por todos os males contra todos os meus: inimigos (declarados e/ou não, carnais e/ou espirituais, visíveis e/ou invisíveis), especialmente, contra os piores e maiores! Sempre! Assim Seja! Tomara! Axé!

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  10. Oh! Poderosos! Sempre! Deuses (Divindades, Deidades, Devas, Seres, Criaturas, Entidades) de Todos os: Vodus (Vudus, Voodoos, Voduns)! Sempre! Salve (Viva, Ave)! Sempre! Agradecimentos (Agradecidíssimo, Agradecido), Gratidões (Grato), demais por tempo demais! Sempre! Por tudo de bom, a mim! Sempre! E por todos os: castigos (vinganças, maldições, macumbas, bruxarias, feitiços, despachos) contra todos os meus: inimigos (declarados e/ou não, carnais e/ou espirituais, visíveis e/ou invisíveis), principalmente, contra os piores e maiores, e infinitamente mais contra ela (LP 04/01/1953). E que tudo (sem exceções, mesmo), o qual ela (LP 04/01/1953), não me deu (não dava, e/ou não dá, e/ou não dará, e/ou não daria: lucros), e/ou me causou (causava, e/ou causa, e/ou causará, e/ou causaria: prejuízos), então que ela (LP 04/01/1953), me pague caro (demais por tempo demais)! Sempre! E lhe sirva de: feia (depressiva, deprimida, gorda, obesa, aflita, angustiada) mais do que ela (LP 04/01/1953), foi e é (e cada vez mais). Mesmo! Pra Sempre (Demais)! Mesmo! Em breve (logo, agora, já, urgente)! Mesmo! E cada vez mais (mais e mais)! Mesmo! Assim Se Faça! Tomara (Tomara, Tomara)!!!

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  11. Que todos os meus: inimigos (rivais, opressores, ameaçadores, agressores, ofensores, magoadores), principalmente, os piores e maiores, tomem (bebam, engulam, comam, injetem, ingiram, deglutam) todos os seus próprios: venenos (toxinas) e adoeçam (enfraqueçam, debilitem, invalidem, morram, faleçam, desencarnem), infinitamente, antes de mim! Pra Sempre (Mesmo)! Em breve (logo, agora, já, urgente)! Mesmo! Em Nome dos Poderosos Deuses dos: Vodus (Vudus, Voodoos, Voduns)! Sempre! Salve (Viva, Ave)! Sempre! Tomara (Tomara, Tomara)!!!

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  12. Oh! Fortes (Benditos)! Sempre! Todos os: Vodus (Vudus, Voodoos, Voduns)! Sempre! Saravá! Sempre! Malê! Sempre! Agradecimentos (Agradecidíssimo, Agradecido), Gratidões (Grato), demais por tempo demais! Sempre! Por tudo de: bom, bem, a mim (e por nada de: mal, ruim), a mim! Sempre! Assim Seja! Amém! Axé!

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